por Charles Chaplin
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome… Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é… Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!
Paulo Matias
27/10/2009
“O poeta é um fingidor.
Quando olhei aqueles olhos azuis pela primeira vez, algo me chamou a atenção, eu os conhecia, mesmo sem eu nunca ter olhado para eles, os conhecia de algum lugar. Forcei a mente, na tentativa de lembrar de onde eu os conhecia, quando que, como um raio de luz, tudo ficou claro. Sim eu me lembrei de onde eu conhecia aqueles olhos azuis, dos meus sonhos. Rapidamente os sonhos da minha juventude estavam ali diante dos meus olhos. Pude me lembrar, com carinho de cada sonho, de cada lugar, que estivemos juntos. Dos passeios no parque, dos piqueniques na grama ainda molhada pelo orvalho da madrugada. Como não lembrar do tronco da árvore, onde gravamos os nossos nomes dentro de um coração. Éramos tão jovens e tão sonhadores. Ah o primeiro beijo, cheio de fogo, de desejo e de paixão e ao mesmo tempo tão tímido, tão inocente, tão roubado. As vezes que caminhávamos pela areia da praia, de mãos dadas, ora se abraçando, ora se beijando. Quanta pureza misturada com a malícia da mútua descoberta. A magia e o encanto das primeiras carícias. O afeto, o amor, a paixão. Tudo registrado em minha mente, dos sonhos que eu tive quando ainda jovem. Você estava lá, os meus lindos olhos azuis, protegida em meus braços, e eu, ainda posso sentir, a doçura do primeiro beijo.
O poder das lágrimas
Recado de Amigo
Nunca espere de alguém, algo que você não tem para oferecer